quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O Ano começou...


E já não pensamos mais em trocar presentes e festejar

como no último mês. Mas, e agora, como vamos preencher

nossos dias? A correria diminuiu, as confraternizações,

reuniões de família, encontros com amigos, viagens estão

chegando ao fim. SIM, há muito tempo estamos buscando

preencher nossas vidas com atividades, compromissos,

correrias, e quando será que vamos nos preencher de

nós mesmos? Isso mesmo, parar para nos sentir, ficar no

silêncio, ouvir nosso coração, encontrar nossas qualidades,

nossos talentos, e agirmos PARA NÓS, independente de

existir ou não um motivo... Nós somos o nosso maior motivo

para VIVER com alegria, peça fundamental que compõe o

Todo do qual fazemos parte. Somos únicos, e juntos nos

apresentamos através de uma diversidade humana

potencial. O que faz esse potencial se desenvolver são

nossas ações alinhadas aos nossos pensamentos, desejos,

talentos e sonhos. Mas isso só acontece quando nos

conhecemos, quando damos importância ao que sentimos,

quando passamos a perceber melhor quem somos e o que

queremos. A partir deste momento, o “ANO” começa

DENTRO de cada um de nós cotidianamente, as

comemorações não mais acabarão, pois não mais

dependeremos  de um evento: seremos o próprio em todos

os lugares que estivermos! Feliz 2011!



Luciana Moreira Gonçalves
 
Psicóloga Clínica
 
Consultório: R Juvenal Parada, 43 - Mooca/ Sp
Contato: 11 - 3463.1791/ 8385.0972

 

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Você é mais do que um simples rótulo!




Sua capacidade é única e diferente de todos ao seu redor.

Baseado nisso, você já sabe do que é capaz?

Qual é o SEU tamanho?

Simmmmm, somos educados para ser iguais, padronizados,  rotulamos o tempo todo, tentamos nos adaptar ao que já existe, e não percebemos o quanto isso, muitas vezes, anula nosso SER. Há uma diversidade humana, por isso, temos capacidade de criar e recriar espaços de vida, de expandirmos o que já existe, de colocarmos nossa marca no mundo. Para isso, precisamos nos arriscar um pouco mais, explorar nossas capacidades, agir conforme nossas habilidades e, com isso, nos conhecermos cada dia mais.

Qual a sua natureza?

Quais são seus gostos, seus talentos, suas facilidades? Qual é seu estilo, suas habilidades e, principalemente, o que você faz para desenvolve-las?

Na correria do dia-a-dia, muitas vezes seguimos o fluxo e não paramos para nos perguntar para onde estamos indo, o que queremos, quem somos diante disso tudo. Aqui está o convite!



                             "Quem anda no trilho é trem de ferro,

                                 Sou água que corre entre pedras:

                                        liberdade caça jeito"

                                         Manoel de Barros


Compartilho o link abaixo com vocês que acreditam em sua capacidade, seja ela qual for.

http://webforadacaixa.com.br/blog/2010-11-17/dica-de-carreira-pra-developers-e-designers/



Luciana Moreira Gonçalves
 
Psicóloga Clínica
 
Consultório: R Juvenal Parada, 43 - Mooca/ Sp
Contato: 11 - 3463.1791/ 8385.0972

terça-feira, 9 de novembro de 2010






Desde crianças, esperam que desenvolvamos certa “malícia”, que aprendamos a nos defender da vida. Sabemos que crianças são espontâneas e que confiam nos adultos ao seu redor. Acontece que, muitas vezes, menosprezamos os “contratos”, as promessas que fazemos com elas e é neste momento que começam a perceber que a vida e as pessoas nem sempre são tão confiáveis como pensavam. E a tal malícia começa a ser desenvolvida! Se não posso confiar, logo vou me defender, das pessoas, do mundo!  Agora eu lhe pergunto: “Que malícia é essa?. Por que desejamos tanto que nossas crianças tenham malícia? Do que queremos que elas se defendam? Será que é necessário tanta malícia, defesa? Que valores você está ensinando? O tempo passa e, muitas vezes, acabamos  nos tornamos adultos cada vez mais “frios” e isolados, justamente por termos malícia, e nos protegermos tanto do outro, da VIDA. Acreditamos somente em maldades e esquecemos dos bons sentimentos, da troca saudável que as relações nos proporciona. Olhamos para o que não funciona, e deixamos de enaltecer as pequenas conquistas diárias e, o mais crítico, passamos essa dimensão para as crianças. Talvez a melhor forma de cuidar delas, é cuidar da nossa própria malícia, questionar-nos da necessidade de tanta defesa. Cuidar das crianças, mostrar à elas que a vida não é só malícia mas que nos oferece possibilidades de SER, é promover saúde! Cuidar das crianças é colaborar para um mundo com pessoas mais saudáveis e felizes!


Artigo publicado na Revista “Em Condomínios” - Sp, mês de Novembro, por Luciana Moreira Gonçalves (Psicóloga Clínica), que realiza atendimentos em seu consultório localizado no bairro Tatuapé-SP com hora marcada.
Para maiores informações e agendamento: luzciana.psi@ig.com.br ou fone: 3463.1791.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

RELACIONAMENTOS AMOROSOS NOS DIAS DE HOJE

Aquela estrutura aparentemente fixa e funcional de que o homem trabalha enquanto as mulheres cuidam da casa e dos filhos está se modificando. Sabemos que hoje muitas mulheres trabalham e que tem homens auxiliando nas tarefas do lar e desenvolvendo mais ativamente a paternidade do que antigamente.
E o que isso tem a ver com os relacionamentos afetivos atuais?
Em primeiro lugar, não sabemos  mais como agir, isto é, não está mais definido o que deve ou não ser feito pelo homem ou pela mulher! Está cada vez mais difícil saber a função de cada um, bem como o que o parceiro deseja, qual tipo de relação que ele/ela quer desempenhar. Estamos perdidos, não sabemos pra onde ir, perdemos o rumo!!!
Em segundo lugar, o modo de relacionar antigamente era outro, pois tanto a época como as pessoas mudaram com o tempo. E então,  como fazemos para saber o que o outro quer ? Por que ele/ela não me pede em namoro ou casamento logo? O que eu tenho que fazer para ser atraente? Se eu não sei o que o outro quer, o que o outro pensa, como ele sente essas mudanças de relacionamento, nada melhor que perguntar e conversar a respeito. Sim, expor sim, sem medo nem vergonha! Afinal, ou você ou o outro precisam dar o primeiro passo nessa longa viagem do amor.
O que geralmente falta nas relações é dialogo e escuta. O outro diz, não paramos para ouvir, e vice-versa.
Mas, se um não sabe o que o outro quer, e fica imaginando coisas, sonhando sozinho, esperando que o outro faça isso ou aquilo... vai sofrer muito! Sabe por quê? Se não dizemos o que sentimos e o que esperamos, não tem como o outro adivinhar.
Claro que mesmo sabendo, as vezes o outro não vai retribuir a altura que gostariamos, mas começar a se mostrar, arriscar um pouco falar de si, ser você mesmo, parar de fazer charme, de querer agradar, sem vergonha do que o parceiro vai pensar... Aceite ser você mesmo, do seu jeito, e você corre um grande risco de alguém se aproximar realmente de VOCE!
Uma relação envolve intimidade e isso vai muito além de um contato sexual. A cumplicidade, troca, respeito fazem parte dos relacionamentos...e tudo começa quando um dos dois quebra o gelo, entregando ao outro tanto seu lado forte quanto o mais fragilizado, sem medo que o outro desapareça ao ouvir seus fracassos, seus vícios...
Meu convite é que você comece as relações mais confiante em si, deixando as suas defesas de lado, porque o amor não precisa de defesa, o amor é entrega!
Quando você fica fazendo coisas para agradar o outro, para ter a atenção dele, não é amor. O amor é natural, você faz porque gosta, e não espera a aprovação do outro.
Quando um dos amantes faz algo esperando retorno, isso não é amor. Pode ser qualquer outro tipo de relação, menos amor. Uma das relações mais comuns é a de dependência, quando o outro passa ser fundamental e exclusivo para a felicidade de alguém. E quando alguém precisa do outro para ser feliz, também não é amor. Porque o amor do outro não é necessidade, é complemento! O outro pode intensificar a felicidade que você já tem dentro do seu coração, mas quando você ainda não sabe do que gosta, do que quer, terá dificuldade em expor ao seu parceiro suas vontades, e quando seu parceiro não sabe o que você gosta, o que você pensa, quem você É, não haverá troca e surge o conflito.
O conflito começa porque ele não é encarado, ele não é visto de frente, geralmente, o que nos incomoda, deixamos de lado. E quando deixamos um conflito de lado, quando não olhamos para algo que sabemos que podemos melhorar e não melhoramos, é sinal de que estamos nos deixando de lado também. Quando nos deixamos de lado, todas as outras pessoas também nos deixam, pois passamos a nos tornar menos atraentes, a luz interna diminui.
Quem vai querer se relacionar com pessoa apagada, com pessoa que não faz por si e só espera o outro para vir dar brilho a sua vida? Não é mais fácil se relacionar com alguém que já tem brilho, somos luzes e clarearem?
Fique atento aos seus atos, quais atividades você desenvolve para ocupar seu tempo e, ao mesmo tempo, distrair-se de você mesmo. Seus relacionamentos têm grandes chances de ser como você se relaciona consigo...  está em suas mãos a possibilidade de amar e ser amado!

Luciana Moreira Gonçalves é Psicologa e atende em consutório no Tatuapé -São Paulo/Sp.
Email: luzciana.psi@ig.com.br

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

"Nada lhe posso dar que não exista em você mesmo;

Não posso abrir outro mundo de imagens além daquele que há em sua própria alma.

Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave.

Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo!" 

Herman Hesse


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O que falta para você ser feliz?

Compra de um carro novo? Um apartamento maior? Cirurgia plástica dos sonhos? Viagem Internacional? Uma promoção na empresa?
Acreditem que, para algumas crianças que recebo no consultório, ser feliz é apenas ter a casa nova da Barbie, ou até mesmo vídeo game do momento.
Tenho percebido que, em cada momento, parece que colocamos a felicidade em um lugar diferente, geralmente, fora de nós, como se qualquer um dos exemplos acima pudessem nos oferecer a felicidade completa que tanto desejamos... Será que essa falta pode ser preenchida com algo material ou com algum relacionamento? Claro que esses nos trariam uma alegria temporária, sem dúvida!
Mas, e quando essa alegria temporária passa? Já pensou nisso? Existe uma alegria permanente, ou ela só aparece depois que todos meus problemas passam?
Quando você perceber que não vai ser feliz quando a sua doença passar, ou quando seu filho arrumar um emprego, ou quando sua filha se casar... é através da sua felicidade que vai conseguir o que quer. Quando você preencher-se de SI MESMO!!!
Não são as coisas materiais que irão trazer a felicidade, porque ela é interna e depende de você faze-la transbordar. Quem ainda não desenvolveu a felicidade dentro de si, mesmo comprando um carro, dois, três, casa na praia, viajando o mundo, mesmo assim, parece que lhe falta algo.
Que tal olhar para si e, se for o caso, solicitar um psicoterapeuta, parar de se comparar com o que outro tem ou deixa de ter, apropriar-se de si, trabalhar com o que está à sua alçada?
Tudo está ao seu favor, desde que assim aceite. Você pode ser feliz AGORA! Não dá para ter tudo que o outro tem, porque a história de vida dele, é outra! O outro não é você, o que ele precisa não serve pra você!
Quando aprendemos a ser feliz conosco, honrando nosso própria história, mudamos o valor que damos as coisas, e querer TER deixa de ser obsessão e abre um espaço para o SER. Ser feliz com o que se tem no momento passa a ser possível e agradável.
Sinta o seu caminho, e viva-o com felicidade, não sofrendo por antecipação, mas desfrutando com ação!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Victor e Leo - entrevista na Marília Gabriela parte 2


Victor da atual dupla de sucesso Victor e Leo conta a importância da Psicologia em sua vida, principalmente quando deparou-se com o sucesso, com a fama... e a vida pessoal ficou misturada com a vida profissional de tal forma, que ele não sabia mais quem era. Victor diz à mãe quando vai a terapia: "eu vou ali me ajudar, e já volto". Coincidência ou não, hoje sua mãe com mais de 50 anos estuda psicologia, além da irmã. Quando vejo pessoas de sucesso contando a influencia da psicologia em suas vidas, percebo o quanto a psicologia é, realmente, um sucesso!

Atentem-se aos detalhs do vídeo, principalmente depois dos 3:50 m.

Bom divertimento,

Luciana Gonçalves