segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

"DESCOLANDO ETIQUETAS"



Por trás de cada palavras que dizemos, e todo sentimento que vivenciamos, tem alguém!!! Não é porque teve um dia algum diagnóstico, que a pessoa deixou de ser gente, de ser humana! A todo tempo dizemos: "ahhhh, fulano é muito nervoso", "aquela vizinha tem um filho hiperativo", "na minha família tem alguém com orientação homessexual". Todas as pessoas mencionadas, sejam elas NERVOSAS, HIPERATIVAS ou HOMOSSEXUAIS, são PESSOAS!!!! Todos nós desempenhamos muitos papéis sociais, e somos dinâmicos, ou seja, nem sempre estamos do mesmo jeito. Temos sim dias mais intensos que outros, com preocupações ou alegrias, e tudo isso afeta nosso emocional. Agimos conforme estamos, conforme somos, e nos expomos. E nem sempre essa exposição no agrada, pois recebemos críticas diversas. E quando percebermos que, por trás de todas as etiquetas, de todos os rótulos, existem VIDAS, almas em busca de felicidade e paz, a vida se torna mais plena e interessante. Somos todos aprendizes de nós mesmos................. e quantas vezes, nós mesmos nos colocamos etiquetas? E ficamos presos aquela repartição, sendo que podemos ser muito mais? Fica aqui um convite para que voce experimente ser muito mais do que acha que pode, muito mais do que os outros pensam que voce é, transcenda!!!

 
Luciana Moreira Gonçalves
 
Psicóloga Clínica
 
 Consultório: rua Juvenal Parada, 43 - Mooca/ Sp
Contato: 11 - 3463.1791/ 8385.0972

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

DESCONECTAR PARA CONECTAR!


Às vezes queremos estar tão conectados ao mundo que esquecemos de quem está muito próximo... 

E agora eu lhe pergunto: quem é a pessoa mais próxima de você? Quem está contigo o tempo todo, e que você leva pra todos os lugares? Adivinha???? Quem é essa pessoa que está com você em todas as alegrias e tristezas, sonhos ou realizações, pensamentos, sentimentos? Bom, será que você já descobriu de quem estamos falando?

Sugiro que você possa se aproximar mais dessa pessoa, desconectando de tudo que não tem a ver com ela, aumentando a atenção por si! Ou seja, é possível fortalecer a conexão por si mesmo, cultivando os próprios talentos, desejos, sonhos, alegrias, angústias... e quanto mais conectados consigo, mais qualidade as outras conexões terão.

Movimentação é diferente de ação. Tantas vezes estamos nos movimentando e achando que estamos agindo, indo atrás das nossas realizacões. Muitos movimentos não tem a ver com o que almejamos, são dispersões de energia.

Por isso eu pergunto: Qual a qualidade das suas conexões? Com o que você está se conectando, e o que você desconeta quando vai se conectar? Como você tem feito suas escolhas? Você fala no celular, dirige ao mesmo tempo, ouve música, namora...

Será que você está inteiro quando realiza as tarefas, ou tem feito as coisas pela metade, com pouco de você?

Aliás, falando em pouco ou muito: "Você conhece o seu Tamanho?"

Boa conexão!


Luciana Moreira Gonçalves
 
Psicóloga Clínica
 
Consultório: R Juvenal Parada, 43 - Mooca/ Sp
Contato: 11 - 3463.1791/ 8385.0972

 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Conhecendo melhor o CANTINHO DA LUPSI...


Esse é o espaço do Cantinho da LuPSI onde recebo as crianças que chegam até meu consultório. Como nem sempre as crianças expressam verbalmente o que sentem, temos a oportunidade de nos relacionar através do BRINCAR. Diante das regras que temos durante as brincadeiras, os desafios que os jogos nos proprõe, e todas as brincadeiras que as crianças montam, histórias com diversos personagens e situações, eu e a criança vamos nos comunicando e vinculando,  assim, o processo terapêutico começa a se estabelecer. Durante este processo, de acordo com a queixa inicial, pais ou cuidadores são chamados a participar e trazer dados da criança, bem como realizarmos o podemos chamar de "orientação de pais"

                                                                                                                                                                                               





A psicoterapia proporciona um lugar de encontro, construção e de novas possibilidades, que podemos acessar em qualquer idade. Por isso, o Cantinho da LuPsi preparou um espaço aconchegante e acholhedor para receber também adolescentes, adultos, casais e familia. Inicialmente realizamos uma entrevista, e então começamos o tratamento, com sessões de 50 minutos, semanalmente, em data e hora combinadas. Para agendar uma avaliação, entre em contato através dos dados abaixo.


O Cantinho da LuPsi está localizado no bairro da Moóca/ SP.
 R. Juvenal Parada, 43.

Contato:  3463.1791 ou 8385.0972.

Um abraço a todos e muita Paz!

O Ano começou...


E já não pensamos mais em trocar presentes e festejar

como no último mês. Mas, e agora, como vamos preencher

nossos dias? A correria diminuiu, as confraternizações,

reuniões de família, encontros com amigos, viagens estão

chegando ao fim. SIM, há muito tempo estamos buscando

preencher nossas vidas com atividades, compromissos,

correrias, e quando será que vamos nos preencher de

nós mesmos? Isso mesmo, parar para nos sentir, ficar no

silêncio, ouvir nosso coração, encontrar nossas qualidades,

nossos talentos, e agirmos PARA NÓS, independente de

existir ou não um motivo... Nós somos o nosso maior motivo

para VIVER com alegria, peça fundamental que compõe o

Todo do qual fazemos parte. Somos únicos, e juntos nos

apresentamos através de uma diversidade humana

potencial. O que faz esse potencial se desenvolver são

nossas ações alinhadas aos nossos pensamentos, desejos,

talentos e sonhos. Mas isso só acontece quando nos

conhecemos, quando damos importância ao que sentimos,

quando passamos a perceber melhor quem somos e o que

queremos. A partir deste momento, o “ANO” começa

DENTRO de cada um de nós cotidianamente, as

comemorações não mais acabarão, pois não mais

dependeremos  de um evento: seremos o próprio em todos

os lugares que estivermos! Feliz 2011!



Luciana Moreira Gonçalves
 
Psicóloga Clínica
 
Consultório: R Juvenal Parada, 43 - Mooca/ Sp
Contato: 11 - 3463.1791/ 8385.0972

 

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Você é mais do que um simples rótulo!




Sua capacidade é única e diferente de todos ao seu redor.

Baseado nisso, você já sabe do que é capaz?

Qual é o SEU tamanho?

Simmmmm, somos educados para ser iguais, padronizados,  rotulamos o tempo todo, tentamos nos adaptar ao que já existe, e não percebemos o quanto isso, muitas vezes, anula nosso SER. Há uma diversidade humana, por isso, temos capacidade de criar e recriar espaços de vida, de expandirmos o que já existe, de colocarmos nossa marca no mundo. Para isso, precisamos nos arriscar um pouco mais, explorar nossas capacidades, agir conforme nossas habilidades e, com isso, nos conhecermos cada dia mais.

Qual a sua natureza?

Quais são seus gostos, seus talentos, suas facilidades? Qual é seu estilo, suas habilidades e, principalemente, o que você faz para desenvolve-las?

Na correria do dia-a-dia, muitas vezes seguimos o fluxo e não paramos para nos perguntar para onde estamos indo, o que queremos, quem somos diante disso tudo. Aqui está o convite!



                             "Quem anda no trilho é trem de ferro,

                                 Sou água que corre entre pedras:

                                        liberdade caça jeito"

                                         Manoel de Barros


Compartilho o link abaixo com vocês que acreditam em sua capacidade, seja ela qual for.

http://webforadacaixa.com.br/blog/2010-11-17/dica-de-carreira-pra-developers-e-designers/



Luciana Moreira Gonçalves
 
Psicóloga Clínica
 
Consultório: R Juvenal Parada, 43 - Mooca/ Sp
Contato: 11 - 3463.1791/ 8385.0972

terça-feira, 9 de novembro de 2010






Desde crianças, esperam que desenvolvamos certa “malícia”, que aprendamos a nos defender da vida. Sabemos que crianças são espontâneas e que confiam nos adultos ao seu redor. Acontece que, muitas vezes, menosprezamos os “contratos”, as promessas que fazemos com elas e é neste momento que começam a perceber que a vida e as pessoas nem sempre são tão confiáveis como pensavam. E a tal malícia começa a ser desenvolvida! Se não posso confiar, logo vou me defender, das pessoas, do mundo!  Agora eu lhe pergunto: “Que malícia é essa?. Por que desejamos tanto que nossas crianças tenham malícia? Do que queremos que elas se defendam? Será que é necessário tanta malícia, defesa? Que valores você está ensinando? O tempo passa e, muitas vezes, acabamos  nos tornamos adultos cada vez mais “frios” e isolados, justamente por termos malícia, e nos protegermos tanto do outro, da VIDA. Acreditamos somente em maldades e esquecemos dos bons sentimentos, da troca saudável que as relações nos proporciona. Olhamos para o que não funciona, e deixamos de enaltecer as pequenas conquistas diárias e, o mais crítico, passamos essa dimensão para as crianças. Talvez a melhor forma de cuidar delas, é cuidar da nossa própria malícia, questionar-nos da necessidade de tanta defesa. Cuidar das crianças, mostrar à elas que a vida não é só malícia mas que nos oferece possibilidades de SER, é promover saúde! Cuidar das crianças é colaborar para um mundo com pessoas mais saudáveis e felizes!


Artigo publicado na Revista “Em Condomínios” - Sp, mês de Novembro, por Luciana Moreira Gonçalves (Psicóloga Clínica), que realiza atendimentos em seu consultório localizado no bairro Tatuapé-SP com hora marcada.
Para maiores informações e agendamento: luzciana.psi@ig.com.br ou fone: 3463.1791.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

RELACIONAMENTOS AMOROSOS NOS DIAS DE HOJE

Aquela estrutura aparentemente fixa e funcional de que o homem trabalha enquanto as mulheres cuidam da casa e dos filhos está se modificando. Sabemos que hoje muitas mulheres trabalham e que tem homens auxiliando nas tarefas do lar e desenvolvendo mais ativamente a paternidade do que antigamente.
E o que isso tem a ver com os relacionamentos afetivos atuais?
Em primeiro lugar, não sabemos  mais como agir, isto é, não está mais definido o que deve ou não ser feito pelo homem ou pela mulher! Está cada vez mais difícil saber a função de cada um, bem como o que o parceiro deseja, qual tipo de relação que ele/ela quer desempenhar. Estamos perdidos, não sabemos pra onde ir, perdemos o rumo!!!
Em segundo lugar, o modo de relacionar antigamente era outro, pois tanto a época como as pessoas mudaram com o tempo. E então,  como fazemos para saber o que o outro quer ? Por que ele/ela não me pede em namoro ou casamento logo? O que eu tenho que fazer para ser atraente? Se eu não sei o que o outro quer, o que o outro pensa, como ele sente essas mudanças de relacionamento, nada melhor que perguntar e conversar a respeito. Sim, expor sim, sem medo nem vergonha! Afinal, ou você ou o outro precisam dar o primeiro passo nessa longa viagem do amor.
O que geralmente falta nas relações é dialogo e escuta. O outro diz, não paramos para ouvir, e vice-versa.
Mas, se um não sabe o que o outro quer, e fica imaginando coisas, sonhando sozinho, esperando que o outro faça isso ou aquilo... vai sofrer muito! Sabe por quê? Se não dizemos o que sentimos e o que esperamos, não tem como o outro adivinhar.
Claro que mesmo sabendo, as vezes o outro não vai retribuir a altura que gostariamos, mas começar a se mostrar, arriscar um pouco falar de si, ser você mesmo, parar de fazer charme, de querer agradar, sem vergonha do que o parceiro vai pensar... Aceite ser você mesmo, do seu jeito, e você corre um grande risco de alguém se aproximar realmente de VOCE!
Uma relação envolve intimidade e isso vai muito além de um contato sexual. A cumplicidade, troca, respeito fazem parte dos relacionamentos...e tudo começa quando um dos dois quebra o gelo, entregando ao outro tanto seu lado forte quanto o mais fragilizado, sem medo que o outro desapareça ao ouvir seus fracassos, seus vícios...
Meu convite é que você comece as relações mais confiante em si, deixando as suas defesas de lado, porque o amor não precisa de defesa, o amor é entrega!
Quando você fica fazendo coisas para agradar o outro, para ter a atenção dele, não é amor. O amor é natural, você faz porque gosta, e não espera a aprovação do outro.
Quando um dos amantes faz algo esperando retorno, isso não é amor. Pode ser qualquer outro tipo de relação, menos amor. Uma das relações mais comuns é a de dependência, quando o outro passa ser fundamental e exclusivo para a felicidade de alguém. E quando alguém precisa do outro para ser feliz, também não é amor. Porque o amor do outro não é necessidade, é complemento! O outro pode intensificar a felicidade que você já tem dentro do seu coração, mas quando você ainda não sabe do que gosta, do que quer, terá dificuldade em expor ao seu parceiro suas vontades, e quando seu parceiro não sabe o que você gosta, o que você pensa, quem você É, não haverá troca e surge o conflito.
O conflito começa porque ele não é encarado, ele não é visto de frente, geralmente, o que nos incomoda, deixamos de lado. E quando deixamos um conflito de lado, quando não olhamos para algo que sabemos que podemos melhorar e não melhoramos, é sinal de que estamos nos deixando de lado também. Quando nos deixamos de lado, todas as outras pessoas também nos deixam, pois passamos a nos tornar menos atraentes, a luz interna diminui.
Quem vai querer se relacionar com pessoa apagada, com pessoa que não faz por si e só espera o outro para vir dar brilho a sua vida? Não é mais fácil se relacionar com alguém que já tem brilho, somos luzes e clarearem?
Fique atento aos seus atos, quais atividades você desenvolve para ocupar seu tempo e, ao mesmo tempo, distrair-se de você mesmo. Seus relacionamentos têm grandes chances de ser como você se relaciona consigo...  está em suas mãos a possibilidade de amar e ser amado!

Luciana Moreira Gonçalves é Psicologa e atende em consutório no Tatuapé -São Paulo/Sp.
Email: luzciana.psi@ig.com.br